Troca de empresas: Saiba como será a transição da Ricco para a JTP no transporte coletivo de Rio Branco
Redação Notícia Imediata

A partir do dia 1º de julho, o sistema de transporte coletivo de Rio Branco passará por uma mudança em sua operação. A empresa JTP Transportes, amplamente conhecida por sua atuação na capital rondoniense como Consórcio Porto Velho, assumirá a responsabilidade pelas linhas de ônibus do município. A transição ocorre em decorrência do encerramento do contrato da Prefeitura de Rio Branco com a Ricco Transportes, atual operadora do serviço na capital acreana.
Diante do fim iminente das atividades na cidade, a Ricco Transportes já colocou todos os seus funcionários em aviso prévio. A medida cumpre os ritos trabalhistas padrão para o encerramento das operações locais, gerando grande expectativa entre motoristas e equipe técnica quanto ao aproveitamento dessa mão de obra qualificada pela nova empresa que chega ao município para assumir o sistema.
No entanto, este novo modelo de atuação não será definitivo, uma vez que a prefeitura ainda não conseguiu concluir o processo de licitação regular para o setor. Diante do impasse burocrático, a JTP Transportes irá operar na capital exatamente nos mesmos moldes de sua antecessora: por meio de contratos emergenciais temporários e dependendo diretamente do recebimento de subsídios financeiros do Executivo municipal para manter a frota em circulação.
Nos bastidores da RBTrans e da administração pública, o foco total está voltado para o planejamento estratégico dos próximos dias, visando garantir que a troca de empresas ocorra sem interrupções nas rotas operacionais. O objetivo principal da gestão é assegurar que o trabalhador e o estudante dependentes do ônibus não sofram prejuízos no deslocamento diário durante a virada do mês, mesmo diante de um arranjo jurídico provisório.
Com a contagem regressiva para o dia 1º de julho, a expectativa em Rio Branco é de que o modelo emergencial com a JTP Transportes consiga suprir a demanda imediata da população com regularidade de horários. Enquanto a operação provisória se inicia, o município segue pressionado a avançar com a licitação definitiva, um passo considerado crucial para dar estabilidade jurídica e qualidade de longo prazo à mobilidade urbana da capital.
