Homem é preso por estuprar e engravidar a própria filha de 15 anos em área isolada do Acre

Redação Notícia Imediata

Homem é preso por estuprar e engravidar a própria filha de 15 anos em área isolada do Acre
Publicado em 08/04/2025 às 11:03

Um homem de 34 anos foi preso na última segunda-feira (7), em uma região de difícil acesso em Feijó, no interior do Acre, suspeito de estuprar a própria filha de 15 anos.

Segundo as investigações policiais, ele praticava abusos sexuais e psicológicos contra a vítima desde que ela tinha 13 anos. Ela está grávida, supostamente do autor dos crimes.

Ele é morador do Seringal 4J, área rural longínqua e de difícil acesso da cidade do interior. Para prendê-lo, inclusive, a Polícia Civil de Feijó precisou de apoio da Polícia Militar (PM-AC), que se deslocou de barco, e de uma equipe do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), integrado à Segurança pública do Acre, que prestou suporte aéreo.

“Após tomar conhecimento destes fatos, a Polícia Civil iniciou uma investigação criminal imediata, documentando informações suficientes para a representação da prisão preventiva do autor, acolhida de maneira célere pelo judiciário local”, disse o delegado Dione dos Anjos, titular da delegacia de Feijó, que preside as investigações.

O suposto autor dos crimes segue preso e está à disposição da Justiça para as medidas cabíveis.

Veja como denunciar casos de violência contra crianças e adolescentes:

  • Polícia Militar – 190: quando a criança está correndo risco imediato;
  • Samu – 192: para pedidos de socorro urgentes;
  • Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres;
  • Qualquer delegacia de polícia;
  • Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa;
  • Secretaria de Estado da Mulher (Semulher): recebe denúncias de violações de direitos da mulher no Acre. Telefone: (68) 99930-0420. Endereço: Travessa João XXIII, 1137, Village Wilde Maciel.
  • Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia;
  • WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos: (61) 99656- 5008

Fonte: G1/AC