Guerra: após ataque dos Estados Unidos, Irã lança mais 20 mísseis contra Israel
Redação Notícia Imediata

O conflito entre Irã, Israel e Estados Unidos deu mais um passo rumo à escalada total com o lançamento de cerca de 20 mísseis iranianos contra regiões centrais e ao norte de Israel. A ofensiva é uma resposta direta ao bombardeio de instalações nucleares em Teerã, realizado pelos Estados Unidos e anunciado pelo ex-presidente Donald Trump na noite anterior.
As sirenes de alerta soaram em Tel Aviv e outras cidades israelenses logo após os primeiros impactos. O serviço de emergência Magen David Adom confirmou que pelo menos 16 pessoas ficaram feridas, e diversos edifícios desabaram devido à força das explosões.
Alvos civis e comerciais atingidos
Segundo as Forças de Defesa de Israel (FDI), os mísseis atingiram ao menos dez locais, causando danos em áreas residenciais e comerciais. Equipes médicas e de resgate foram enviadas imediatamente aos pontos afetados, enquanto o governo orientou que a população permanecesse em abrigos.
“O Magen David Adom está operando em alerta máximo, prestando atendimento de urgência nas zonas atingidas e transportando os feridos para hospitais próximos”, informou a corporação em nota.
Reação ao ataque americano
A ofensiva iraniana veio menos de 24 horas depois de os Estados Unidos confirmarem o bombardeio de três centros nucleares do Irã: Fordow, Natanz e Esfahan. A ação americana foi descrita como uma resposta à crescente tensão entre Teerã e Tel Aviv, que já vinham trocando ataques nos últimos dias.
Analistas internacionais consideram que o lançamento de mísseis por parte do Irã marca uma nova fase no conflito, ampliando as chances de um confronto direto e prolongado entre as potências envolvidas.
Estado de guerra declarado
Enquanto ainda não há um posicionamento oficial sobre a reação israelense, o Exército já declarou que está “preparado para responder a qualquer ameaça”. O Irã, por sua vez, sinalizou que considera alvos legítimos todos os interesses dos EUA e de seus aliados no Oriente Médio.
A expectativa global agora recai sobre os próximos passos de Washington e Tel Aviv, diante do risco crescente de que o conflito atinja proporções internacionais.
