Homem é preso por estuprar e engravidar a própria filha de 15 anos em área isolada do Acre
Redação Notícia Imediata

Um homem de 34 anos foi preso na última segunda-feira (7), em uma região de difícil acesso em Feijó, no interior do Acre, suspeito de estuprar a própria filha de 15 anos.
Segundo as investigações policiais, ele praticava abusos sexuais e psicológicos contra a vítima desde que ela tinha 13 anos. Ela está grávida, supostamente do autor dos crimes.
Ele é morador do Seringal 4J, área rural longínqua e de difícil acesso da cidade do interior. Para prendê-lo, inclusive, a Polícia Civil de Feijó precisou de apoio da Polícia Militar (PM-AC), que se deslocou de barco, e de uma equipe do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), integrado à Segurança pública do Acre, que prestou suporte aéreo.
“Após tomar conhecimento destes fatos, a Polícia Civil iniciou uma investigação criminal imediata, documentando informações suficientes para a representação da prisão preventiva do autor, acolhida de maneira célere pelo judiciário local”, disse o delegado Dione dos Anjos, titular da delegacia de Feijó, que preside as investigações.
O suposto autor dos crimes segue preso e está à disposição da Justiça para as medidas cabíveis.
Veja como denunciar casos de violência contra crianças e adolescentes:
- Polícia Militar – 190: quando a criança está correndo risco imediato;
- Samu – 192: para pedidos de socorro urgentes;
- Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres;
- Qualquer delegacia de polícia;
- Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa;
- Secretaria de Estado da Mulher (Semulher): recebe denúncias de violações de direitos da mulher no Acre. Telefone: (68) 99930-0420. Endereço: Travessa João XXIII, 1137, Village Wilde Maciel.
- Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia;
- WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos: (61) 99656- 5008
Fonte: G1/AC
