Culto da Assembleia assombra todo mundo após irmãs virarem o ziza e transformarem igreja em macumba
Redação Notícia Imediata

Um culto realizado por uma igreja evangélica chamou a atenção dos moradores locais e gerou forte repercussão nas redes sociais nesta semana. O evento, marcado por um clima de alta intensidade espiritual e rituais atípicos para o público geral, acabou assustando quem passava pelo local. A condução da cerimônia e os elementos utilizados no altar surpreenderam até mesmo os fiéis mais frequentes.
O tom das orações, acompanhado de brados fortes, palmas sincronizadas e movimentos corporais intensos, levou muitos curiosos a compararem a celebração às manifestações vistas em terreiros de religiões de matriz africana, como o Candomblé e a Umbanda. O uso de elementos como óleo de unção, copos de água para bênção e gestos de descarrego espiritual reforçaram as semelhanças visuais e performáticas que rapidamente viraram assunto na vizinhança.
Especialistas e estudiosos da religião explicam que, embora o contexto doutrinário seja completamente distinto, a estética e o fervor emocional de certas correntes neopentecostais frequentemente se aproximam de rituais afro-brasileiros. Ambas as tradições compartilham raízes na cultura popular e no sincretismo brasileiro, utilizando expressões corporais, cantos repetitivos e a busca por libertação espiritual para conectar os praticantes ao sagrado.
Apesar dos olhares tortos e do susto inicial de alguns vizinhos, a liderança da igreja defendeu a reunião, afirmando que se tratava de um culto de libertação e que a intensidade da celebração é parte da busca por renovação espiritual. O episódio reacendeu o debate sobre tolerância, diversidade religiosa e como manifestações de fé, mesmo quando oriundas de matrizes diferentes, podem se cruzar de formas inesperadas no cotidiano urbano.
