Com apoio unânime dos deputados federais do Acre, PEC do fim da jornada 6×1 avança no Congresso

Redação com informações de Ac24horas

Com apoio unânime dos deputados federais do Acre, PEC do fim da jornada 6×1 avança no Congresso
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Publicado em 28/05/2026 às 0:02


A bancada de deputados federais do Acre manifestou apoio total à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa extinguir a jornada de trabalho no modelo 6×1. O projeto, que propõe a diminuição da carga horária semanal de 44 para 40 horas, teve sua votação em segundo turno concluída nesta quarta-feira, dia 27, diretamente no plenário da Câmara dos Deputados.


Todos os oito parlamentares que representam o estado acreano votaram de forma favorável à medida, alinhando-se ao posicionamento majoritário da Câmara. Os votos favoráveis foram registrados por Antônia Lúcia (MDB), Coronel Ulysses (União Brasil), Eduardo Velloso (Solidariedade), Meire Serafim (União Brasil), Roberto Duarte (Republicanos), Socorro Neri (PP), Zé Adriano (PP) e Zezinho Barbary (PP).


Após receber o aval dos deputados em segundo turno, a proposta agora caminha para a apreciação do Senado Federal. O escopo do projeto prevê que o fim da escala 6×1 ocorra por meio de uma transição progressiva da carga de trabalho, assegurando aos empregados um mínimo de dois dias de descanso semanal remunerado, com a recomendação de que um deles coincida com o domingo.


A transição da jornada de trabalho foi estruturada em dois momentos distintos: a redução inicial de duas horas deve ser efetivada em um intervalo de até dois meses após a promulgação da PEC, enquanto o corte das duas horas complementares possui um prazo limite de até um ano para ser totalmente implementado pelas empresas.


Ao longo de sua tramitação na Câmara, a matéria foi alvo de fortes discussões envolvendo políticos, o setor empresarial e lideranças sindicais, tendo como principal ponto de atrito o tempo de transição para o mercado se adequar à nova legislação. Com o encerramento do ciclo na Câmara, o texto precisa passar por duas votações também no Senado antes de ser oficialmente promulgado.

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