Hildegard Pascoal volta a assumir mandato de vereador e defende trabalho voltado ao bem comum

Redação Notícia Imediata

Hildegard Pascoal volta a assumir mandato de vereador e defende trabalho voltado ao bem comum
Publicado em 13/04/2026 às 10:33

O suplente de vereador Hildegard Pascoal irá assumir uma vaga na Câmara Municipal de Rio Branco após o afastamento de João Paulo Silva, que deixou o cargo para assumir a Secretaria de Direitos Humanos e Assistência Social, a convite da governadora Mailza Assis.

Ao comentar a nova etapa, Hildegard revelou que a notícia foi recebida com surpresa, apesar de já existir a expectativa. “O primeiro sentimento que eu tive foi surpresa. Até porque eu esperava, mas Deus ainda continuou trabalhando e nos dando essa oportunidade de dar continuidade a um trabalho que já existe”, afirmou.

O parlamentar garantiu que pretende dar sequência ao mesmo estilo de atuação que marcou sua passagem anterior pelo Legislativo, destacando sua produtividade. “Vou trabalhar da mesma forma, com a mesma responsabilidade que eu tive. Se pesquisar no Portal da Transparência, eu sempre fui o campeão de indicação, fui o vereador mais produtivo da legislatura”, disse.

Ele ressaltou, no entanto, que pretende melhorar a visibilidade do seu trabalho junto à população. “A única coisa que farei diferente é divulgar melhor o meu trabalho. Todo o meu trabalho foi protocolado, é comprovado”, pontuou.

Em relação às prioridades do mandato, Hildegard afirmou que continuará atuando de forma ampla, sem focar em áreas específicas, priorizando as demandas que chegam da população. “Meu mandato sempre foi participativo. Quem levava as demandas era a própria população, e eu as levava para a Câmara. Não vou ser um político que faz divisões. O político tem que trabalhar em prol do bem comum”, destacou, ao criticar a polarização política.

Por fim, o vereador relembrou um dos momentos mais difíceis de sua vida, durante a última campanha eleitoral, quando enfrentou a perda da esposa. Segundo ele, o luto influenciou diretamente sua participação naquele período. “Eu entrei na campanha em luto. Fui guerreiro, mas coloquei a campanha na mão de outras pessoas. Meus filhos precisavam de mim. Não era para eu ser vereador naquele momento. Deus sabe de todas as coisas”, concluiu.

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