Por delação premiada, Mauro Cid é condenado a apenas 2 anos de prisão e não vai para cadeia
Redação Notícia Imediata

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) fixou nesta sexta-feira (12) a pena do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, em 2 anos de prisão, a serem cumpridos em regime aberto.
A decisão foi unânime e levou em consideração o acordo de delação premiada firmado entre Cid e a Procuradoria-Geral da República, que resultou na redução significativa da pena.
Cid havia sido condenado por cinco crimes:
- Organização criminosa armada
- Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito
- Golpe de Estado
- Dano qualificado contra patrimônio da União
- Deterioração de patrimônio tombado
Somadas, as penas poderiam chegar a décadas de prisão, mas foram atenuadas pela colaboração do militar com as investigações.
Em sua delação, Mauro Cid apresentou documentos, relatou reuniões e descreveu planos que revelam as articulações de Jair Bolsonaro e de seus auxiliares para impedir a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.
