Festival Acre Graffiti celebra arte urbana e cultura amazônica em dimensão internacional
Redação

A cultura urbana do Acre ganha destaque internacional com a realização da 4ª edição do Festival Acre Graffiti e do Campeonato Nacional de Poesia Falada (Central de Slam Nacional). O evento, que reúne mais de cem participantes do Brasil e de dez países, conta com o apoio do governo do Acre, por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM).
Com o tema “Floresta Marginal: a arte que ecoa”, o festival transformou os muros da Rua África, no Bairro Seis de Agosto, em um mosaico vibrante de cores e imagens. As obras reforçam e valorizam as expressões artísticas ligadas ao imaginário amazônico.
, reflete sobre a importância da poesia falada como ferramenta de transformação social para os jovens. “O Slam dialoga com o conceito de Conceição Evaristo sobre a Escrevivência, que é uma combinação de escrever, viver e se ver, dentro da perspectiva do nosso cotidiano periférico, de mulheres negras que passaram a vida sendo silenciadas”, explica. “Além disso, a poesia urbana mostra uma realidade indigesta para algumas pessoas e esse também é um dos nossos propósitos, promovendo a real interseccionalidade do ser político no mundo.”</p><figure
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